5.7.13

Experiências com o sol...

Com o terminar das aulas dos miúdos, rumámos todos para o sul do país para gozar uma semana de férias, ainda sem a confusão habitual por aquelas bandas, pois os turistas eram reduzidos, mas com um tempo bem diferente do cinzento que deixámos no norte! Uma semana em que a cozinheira não tinha que preparar absolutamente nada para ninguém e apenas deixar-se mimar por outros! Foi muito bom e passou num instante...embora tenha que confessar que para o final da semana, já estava com algumas saudades das minhas experiências e confusões na cozinha.

Ainda sem assentar arraiais na minha cozinha, o tempo tem-se passado entre dias com a família, que agora podem-se estender para além do fim de semana, e passeios, como à Feira do Mirtilo, que visitamos pela primeira vez na sexta-feira passada, para evitar a enorme concentração de visitantes do fim de semana, o que foi uma experiência muito agradável e a ser repetida, apesar do calor infernal que dava a sensação de estar a cozinhar o meu cérebro! Eu e este calor não combinámos muito bem!

Mas este sol e calor todo, foi a razão de me lembrar de uma das aquisições do meu mano, um forno solar! E se com estas temperaturas a vontade de ligar o forno para fazer um miminho fica quase nula, digamos que utilizar a maior força da natureza para cozinhar para nós e termos como resultado uns docinhos para o lanche de miúdos e graúdos é tão estimulante, que até a preguiça que me assola com este calor, se evaporou e me fez levantar do sofá!

A receita escolhida foi uns queques desta flagrante delicia de site, que já tinha experimentado há uns meses atrás e que tinham conseguido a proeza de conquistar o meu relutante filho mais velho...só o mais novo é que ainda anda no zero de doces aprovados, ó menino difícil!
As diferenças entre o forno solar e o forno convencional, foram no tempo de cozedura. Enquanto que no forno convencional, no máximo em 20 minutos têm os bolinhos cozinhados, no forno solar uns cozem mais rápidos do que outros, o que faz com que tenhamos de ir tirando os queques que vão ficando prontos. Entre os primeiros a sair até os últimos, demoraram entre 40 minutos a 1h10. 
Já o resultado em termos de sabor e consistência, garanto que é exatamente o mesmo do forno convencional, mas com as óbvias vantagens da poupança de energia e da nossa cozinha continuar fresca, sem aquele calor residual de um forno ligado!

Os queques dentro do forno solar
Queques rápidos de iogurte
adaptados  daqui

200g de farinha de trigo T55
7g de fermento químico, tipo royal
150g de açúcar
125 de iogurte natural sem açúcar
100g de manteiga derretida
1 ovo + 1 gema
1 colher de chá de essência de baunilha

Pré-aquecer o forno a 180ºC. No forno solar, pré-aquecer pelo menos 20 minutos.
Colocar formas de papel tamanho 5 em formas de queques. No caso do forno solar, as formas tem de ser escuras.
Peneirar a farinha com o fermento e misturar o açúcar.
Noutra taça, bater o ovo, a gema, a manteiga, o iogurte e a baunilha apenas até estar tudo homogéneo.
Adicionar a mistura da farinha e açúcar e misturar rapidamente, apenas até estar tudo envolvido.
Com a ajuda de uma colher de gelado, colocar a massa nas forminhas preparadas.
Cozer até que comecem a ficar dourados e ao inserir um palito este saia seco.
Retirar os queques de dentro das forminhas e deixar arrefecer numa rede de pastelaria.




Renderam 20 queques. E se são rápidos a fazer, também foram bastante rápidos a desaparecer ao lanche! Mais experiências com o sol fervilham na minha cabeça...


16.6.13

Bolo que faz lembrar o chocolate Bounty...mas muito melhor!

Desculpem-me adoradores do chocolate Bounty, mas eu que adoro todo o tipo de chocolates e sou uma gulosa por tudo o que leva coco, nunca morri de encantos pelo chocolate Bounty! Ao saborear este bolo, a memória desse chocolate vem logo ao de cima, mas enquanto na segunda dentada a um chocolate Bounty, eu já estaria a ficar enjoada, neste bolo nem acabando a primeira fatia, a segunda ou...e fiquemos por aqui, que já deu para perceber que por mim, o bolo desaparece num instante!
Outro aspecto que eu adoro nesta receita, é que apesar de ser um bolo recheado, ele é cozido já com o recheio, o que salta aquela parte um pouco demorada, de termos de deixar arrefecer completamente o bolo após a cozedura, e depois dividi-lo a meio para o rechear, parte em que eu, mulher desastrada em artes manuais, obtenho por vezes, como resultado final, um bolo a lembrar um pouco a Torre de Pizza!
Mas vamos lá apresentar este bolo que se tornou um dos meus favoritos, logo à primeira dentada...



Bolo de chocolate com recheio de coco 
receita adaptada do blog docescozinhados

175g de farinha
125g de margarina ou manteiga amolecida
125g de açúcar
6 colheres de sopa de leite
3 ovos
½ carteira de açúcar baunilhado
1 colher de sobremesa de fermento
1 colher de sopa de cacau

Recheio:
100g de coco ralado
100g de açúcar
½ pacote de açúcar baunilhado
1 clara de ovo
½ colher de sopa de maizena
2,5 colheres de sopa de natas

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar muito bem uma forma de bolo inglês ou uma forma sem buraco no meio, com um máximo de diâmetro de 24 cm, foi a usada desta vez.

Tradicional:
Bater a manteiga com o açúcar. Juntar as gemas, uma a uma. 
Adicionar o açúcar baunilhado. 
Acrescentar a farinha, o fermento, o leite e o cacau e mexer bem. 
Bater em castelo as claras e envolvê-as, delicadamente na mistura.

Bimby:
Colocar a borboleta no copo, adicionar a manteiga, os ovos e o açúcar: 3 min + 37ºC + vel 4, seguido de 3 min + vel 4.
Adicionar a farinha misturada com o fermento, o cacau e o açúcar baunilhado: 10 seg + vel 3.
Juntar o leite e envolver mais uns segundos na vel 3. Não estando tudo envolvido, finalizar com a espátula.

Para o recheio, bater a clara em castelo, juntar os restantes ingredientes e envolver. 

Deitar metade do preparado do bolo numa forma untada. Por cima, colocar o recheio de coco às colheradas, cuidadosamente e de forma a cobrir a massa de um modo uniforme. Cobrir com o restante preparado do bolo. 



Pode ser servido simples, ou fazer uma cobertura de chocolate para ficar mais guloso. Eu fiz uma ganache de chocolate preto, pode ver receita aqui, e decorei com raspas de chocolate branco.
E como podem ver, as aparências iludem, à primeira vista parece apenas um bolo com cobertura, mas cortando a primeira fatia, aí tem-se a surpresa do seu recheio maravilhoso. Se fizerem numa forma mais pequena, as camadas ficam ainda mais definidas!



14.6.13

O que fazer com bananas muito maduras?

Aqui em casa, as bananas desaparecem muito bem, normalmente a cargo de certos residentes masculinos. Mas de tempos a tempos, algumas acabam por ficar na fruteira tanto tempo que ficam bem maduras, com a sua casca preta característica, e aí ninguém lhes toca. 
Até há uns anos atrás o destino dessas bananas seria o caixote do lixo, porém desde que eu descobri esta receita aqui, que confesso que por vezes, anseio para que eles se esqueçam das bananas, de modo a conseguir juntar algumas para fazer esta guloseima. 




Nikki’s Healthy Cookies 

bananas maduras grandes amassada (cerca de 1 e 1/2 chávena)
1 colher de chá de extracto de baunilha
1/4 chávena de óleo de coco, morno ou em alternativa, azeite à temperatura ambiente
2 chávenas de aveia em flocos
2/3 chávena de farinha de amêndoas (picar as amêndoas até ficarem tipo areia fina)
1/3 chávena de coco ralado
1/2 colher de chá de canela
1/2 colher de chá de sal marinho fino
1 colher de chá de fermento em pó
180g de chocolate preto picado


Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Misturar a banana, a baunilha e o óleo de coco
Noutra tigela, juntar a aveia, a farinha de amêndoas, o coco ralado, a canela, sal e fermento em pó
Adicionar os ingredientes secos aos ingredientes molhados e mexer até ficar tudo bem incorporado.
Juntar os pedaços de chocolate. 
Usando como medida uma colher de gelado quase cheia, formar umas bolinhas de massa, apertando e pressionando um pouco a massa, pois ela é mais solta do que a habitual massa de bolachas. 
Colocar as bolinhas num tabuleiro com papel vegetal com uns 3 dedos de distância entre elas.
Levar ao forno durante 15 minutos ou até elas ficarem douradinhas.



Estas bolachinhas são realmente muito especiais, como o nome indica, elas são realmente mais saudáveis do que as tradicionais. O único açúcar que têm, provém de um modo natural da doçura das bananas, que quanto mais maduras, mais doces se tornam e ficam ideais para esta receita. Para além disso, não leva nenhuma farinha refinada, e se porventura encontrar flocos de aveia sem glúten, são maravilhosas para quem sofre de intolerância a esse elemento. Por acaso, acho que um dia destes, vou experimentar também com flocos de trigo sarraceno em vez de aveia, para ver o resultado.

É por essas boas razões, que a minha consciência não fica tão pesada quando eu caio na tentação de assaltar o frasquinho destas bolachas...




13.6.13

Os hambúrgueres vegetarianos preferidos do momento!

Eu tenho a mania de ir às compras e vir para casa com alimentos extra que não faziam parte da lista de compras e para a qual não tenho nenhum destino em concreto à vista. Eu bem tento resistir a este impulso, mas nem sempre sou bem sucedida! 
Num desses impulsos, veio para casa uma embalagem de millet, sem eu ter a mais pálida ideia do que poderia cozinhar com ele e ficou na despensa até eu me lembrar novamente da sua existência, o que só ocorreu passado uns meses, quando estava a folhear o livro da Mafalda Pinto Leite, "Cozinha para quem quer poupar" e vi uma receita de Hambúrgueres de millet, alho francês e nozes. Com o meu fraquinho por pratos que envolvam frutos secos, a receita foi logo para a lista das receitas vegetarianas da semana. 
E o que posso dizer, da nossa primeira vez com o millet? ADORÁMOS...tanto que repeti  estes hambúrgueres em 2 semanas seguidas, coisa rara cá por casa! O marido mal deu as primeiras garfadas afirmou sem sombra de dúvida, que era o melhor hambúrguer vegetariano que já tinha provado, e para eu repetir mais vezes! Preciso de dizer qual será o destino mais provável para o resto da embalagem de millet?


Hambúrgueres de millet, alho francês e nozes

250g de millet
800ml de caldo de legumes (usei caseiro)
25g de manteiga
Azeite q.b.
75g de nozes
2 colheres de sopa de flocos de millet ou aveia (usei aveia)
225g de alho francês bebé (ou cebolo) em rodelas finas (usei alho francês normal)
2 colheres de sopa de queijo creme natural (não usei)
1 ovo batido

Lavar bem o millet e escorrer.
Aquecer o caldo numa panela e temperar com sal e pimenta. Não temperei porque o meu caldo caseiro já estava bom de tempero.
Numa frigideira derreter 25g de manteiga e 2 colheres de sopa de azeite. Adicionar o millet e fritar, mexendo por 3 minutos ou até começar a cheirar bem.
Adicionar o millet à panela com o caldo e deixar levantar fervura. Baixar o lume e tapar. Deixar cozinhar por 30 minutos sem mexer (utilizar de preferência uma panela baixa e larga). Retirar do lume, se toda a água tiver sido absorvida e o millet estiver cozinhado.
Misturar os flocos na panela e deixar arrefecer.
Entretanto, torrar as nozes num frigideira seca, mexendo para não se queimarem. Deixar arrefecer. Colocar numa picadora ou na bimby e triturar em impulsos até elas desfazerem-se, mas sem deixar que fiquem finas de mais.
Aquecer 1 colher de azeite numa frigideira e cozinhar o alho francês até amolecer.
Colocar o millet numa tigela grande. Adicionar o alho francês, as nozes, o queijo-creme e o ovo.
Temperar a gosto com sal e pimenta moída na hora.
Formar hambúrgueres, passar por mais flocos de millet ou de aveia e deixar repousar por 10 minutos.
Aquecer azeite numa frigideira e cozinhar os hambúrgueres por 5 minutos de cada lado ou até estarem dourados. 

Aproveitando que o acompanhamento iria ser batatas "fritas" no forno, também cozinhei os hambúrgueres desse modo. Coloquei-os num tabuleiro com papel vegetal untado com um pouco de azeite. Reguei-os com um fio de azeite e foram ao forno na prateleira mais subida.
Numa prateleira mais abaixo, coloquei um outro tabuleiro, forrado com papel vegetal ligeiramente untado com azeite, preenchido com batatas cortadas aos palitos e temperadas com sal, ervas de provence e um fio de azeite. Ficaram no forno ambos, aproximadamente 20 minutos a 190ºC.


Fast-food maravilhosa!

12.6.13

Lombos de Perca Aromáticos para amantes de canela

A receita de hoje é especialmente dedicada a amantes de canela, como eu. Usar canela em pratos salgados pode parecer estranho, e verdade seja dita, nem sempre resulta bem. Mas não é o caso deste prato de peixe, que se tornou um dos meus favoritos. Mesmo o meu filho mais velho que diz que detesta canela, o que eu acho de todo incompreensível, consegue "tolerá-la" nesta receita.
Ela veio de um dos meus blogs favoritos e dos primeiros que comecei a visitar há alguns anos atrás, As Minhas Receitas da Joana Roque, agora autora de sucesso de 3 livros de cozinha!



Lombos de Perca Aromáticos
adaptada daqui

4 lombos de perca 
sal e pimenta moída na hora q.b.
orégãos 
1 limão
farinha (uso farinha de espelta integral)
azeite q.b.
1 cebola
2 tomates maduros
1dl de vinho branco
1 pitada de canela
50g de azeitonas recheadas (opcional)

Temperar os lombos com sal, pimenta e orégãos. Regar com o sumo de limão e deixar marinar pelo menos 30 minutos, mas de preferência algumas horas.
Escorrer o peixe da marinada, passar por farinha, sacudindo o excesso, e fritá-lo num pouco de azeite. 
Retirar o peixe para um prato com papel absorvente e reservar. 
Juntar na frigideira a cebola cortada em meias luas ou rodelas finas e deixar alourar.
Adicionar o tomate pelado e cortado em pedaços. Mexer e regar com o vinho branco.
Tapar a frigideira e deixar cozinhar em lume médio/baixo durante 20 minutos. 
Temperar com sal, pimenta e uma pitada de canela moída. 
Introduzir novamente o peixe e deixar cozinhar mais 10 minutos. 
Adicionar as azeitonas e servir acompanhado por puré ou batatas salteadas ou batatas fritas às rodelas.

Se os lombos forem muito altos, introduzir o peixe mais cedo 5 minutos e prolongar o tempo de cozedura para os 15 minutos, pelo menos, ou até verificar que o peixe se encontra cozido por dentro. Pode usar outro tipo de lombos, como tamboril, cherne ou pescada.

11.6.13

Um stroganoff de frango diferente

Há receitas que são tão simples, que parece que nos ficam automaticamente gravadas na nossa mente, pois a partir da primeira vez, conseguimos reproduzi-la facilmente sem necessidade de recorrermos novamente ao seu registo escrito. É o caso desta receita, das primeiras que experimentei no meu primeiro ano de casada e que se tornou um prato constante cá em casa, de tão simples e rápido que é de preparar. 
Ela é antiga, do século passado, vejam só! Estava numa das primeiras revistas de culinária que adquiri na minha vida, em meados de 1999, na Teleculinária Nº 1057 e que está no meu arquivo, guardada com carinho! É uma receita muito actual, um stroganoff sem natas e molhos complicados, muito leve e saudável, palavras que hoje em dia estão em voga, mas que naqueles tempos passados não eram relevantes!



Stroganoff de frango com milho e pepino

600g de peito de frango laminado (utilizo 400g para 4 pessoas) 
1 colher de sopa de manteiga (utilizo azeite)
1 dl de vinho branco
1 dl de água
1 lata pequena de milho cozido
1/2 pepino 
1 cubo de caldo de legumes (utilizo caldo de legumes caseiro)

Alourar a carne na manteiga ou azeite quente. 
Juntar o vinho branco e deixar reduzir um pouco, regar em seguida com a água e deixar ferver durante 5 minutos.
Escorrer o milho. Descascar o pepino, retirar as pevides com uma colher de sobremesa e cortá-lo em tiras finas. 
Juntar ambos ao frango e aquecer um pouco. 
Juntar o caldo de legumes e mexer bem até o dissolver completamente.
Acompanhar com arroz seco.

Se não tiver caldo de legumes caseiro, utilize de preferência o Knorr Natura de legumes ou de galinha, que são mais saborosos do que os tradicionais cubos concentrados, os únicos disponíveis em 1999. Em várias ocasiões, omiti o vinho branco e a água, e resulta igualmente saboroso!

10.6.13

Bolo de laranja

Apetecia-me um bolo de laranja com uma calda de chocolate...por acaso, apetecia-me especificamente um certo bolo de laranja que eu já não fazia há muito tempo, mas cuja receita estava numa revista antiga na minha casa...e eu a kms de distância. Ainda bem que existem tantos blogs de culinária onde pudemos encontrar sempre o que procuramos para aplacar os nossos desejos, porque assim que vi esta receita aqui, lembrei-me que já a tinha debaixo de olho da primeira vez que a vi aqui. E com tão boas referências dadas por essas maravilhosas cozinheiras, a São e a Duxa, eu tinha a certeza que o resultado ia ser muito bom! 

  
Orange Bundt Cake

100g de manteiga amolecida (coloco 10 segundos no micro-ondas para amolecer)
100g de açúcar
2 ovos grandes ou 3 médios
90ml de sumo de laranja (pode usar leite)
raspa de 1 laranja
200g de farinha de trigo com fermento
1 colher de chá de fermento em pó

Cobertura:
100g de chocolate
2 colheres de sopa de leite

Ligar o forno a 180ºC.
Bater a manteiga com o açúcar até ficar uma mistura cremosa e com o dobro do volume.
Juntar os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição.
Misturar o sumo de laranja e a raspa, e bater bem.
Por fim, com a batedeira em velocidade baixa, juntar a farinha misturada com o fermento, e bater apenas até estar tudo envolvido.
Colocar numa forma média de buraco ao meio, muito bem untada. Eu usei uma de silicone, pelo que não precisei de untar.
Levar ao forno durante aproximadamente 25 minutos, verificando com o palito se já está pronto.
Assim que já estiver cozido, retirar e deixar arrefecer sobre uma rede.

Para a cobertura, partir o chocolate para uma chávena, juntar o leite, e levar ao micro-ondas durante 30 segundos, retirar e mexer bem com uma colher. Voltar a colocar no micro-ondas e repetir o procedimento anterior, até conseguir uma mistura homogénea.

Cobrir o bolo com a cobertura assim que o bolo já tenha arrefecido.



Ficou super fofo, com um sabor bem acentuado a laranja que é um par perfeito para o chocolate da cobertura. Simples  e maravilhoso.