7.6.13

Chili com Seitan para jantar vegetariano

Eu já tinha mencionado que gosto de picante, pelo que não é de estranhar que eu adore chili, de preferência bem picante. Mas nem todos cá em casa, concordam com a minha ideia de "bem picante", pelo que por muito que esta cozinheira tente ser comedida nos temperos, 2 em 3, sai sempre mais picante do que outros desejariam, mas o curioso é que nem por isso deixam de esvaziar os pratos!
O feijão encarnado é por norma, o feijão usado no chili, mas desde que descobri umas latas na loja biológica que tem uma mistura de 3 feijões e grão de bico, essa tornou-se a minha mistura preferida no chili, quer este seja à base de carne ou vegetariano, como o de hoje. 
Não encontrando essa mistura, pode fazer a sua própria mistura usando latas pequenas de diferentes feijões que sejam do seu agrado e grão de bico, ou fique-se apenas pelo tradicional feijão encarnado, é delicioso de qualquer modo!



Chili com Seitan
adaptada do livro Bimby - As receitas essenciais 

250g de seitan biológico
2 colheres de azeite
1 cebola
3 dentes de alho
1 pimento vermelho
200g de tomate
1 malagueta fresca vermelha ou verde (na foto usei verde)
1/2 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de cominhos
1/2 colher de chá de paprika
1/2 colher de chá tabasco
1/3 colher de chá de pimenta caiena (se não quiser muito picante, omita)
sal (pouco porque com os temperos e o sal do feijão, não é necessário muito)
1 lata média de mistura de 3 feijões e grão de bico, bem escorrido

Bimby:
Colocar o seitan no copo: 4 seg + vel 5. Retirar e reservar.
Colocar no copo o azeite, a cebola, os alhos e o pimento: 5 seg +vel 5.
Adicionar o tomate: 20 seg + vel 7 e 5 min + 100º + vel 2.
Adicionar o seitan, a malagueta cortada aos pedacinhos e os temperos: 10 min+ 100º + vel 1.
Juntar a mistura dos feijões: 5 min + 100º + colher inversa.

Tradicional:
Picar o seitan numa picadora. Retirar e reservar.
Picar os alhos, a cebola e o pimento em pedaços pequenos e refogar no azeite. Adicionar o seitan e a malagueta cortada aos pedacinhos, e saltear, mexendo de vez em quando. Juntar o tomate pelado e cortados aos pedacinhos. Adicionar os temperos e deixar cozinhar em lume médio/baixo durante 15 a 20 minutos, até o molho apurar e engrossar um pouco. Juntar a mistura dos feijões e cozinhar por mais 5 a 10 minutos.

Acompanhar com arroz branco, ou usar como recheio de tortilhas.

E num instante.. jantar pronto, pratos esvaziados e toca a ir para a cama, que se faz tarde e andámos todos cansados!




6.6.13

Um pão doce para amantes de côco

Esta Primavera anda a pôr-me doida com a sua inconstância de temperaturas, graças à qual todos cá em casa ficaram constipados e a queixar-se de dores de garganta, de ouvidos ou de cabeça! 
Dias como o de hoje, sem vestígio do sol, faz-me suspirar por pão docinho para acompanhar uma grande chávena de algo quentinho, tipo leite, cevada ou chá! Este pão que trago hoje não foi feito hoje, mas sim noutro dia cinzento, de acordo com a estação em que estávamos na altura, o Inverno, e eu ansiosa por um raio de sol, fui fazer um pão que me deixou rendida, e cujo topo com a sua cor amarela, fez-me mesmo lembrar o grande astro, o sol. Vai uma fatia?



Pão Doce com cobertura de coco
adaptado do livro Cozinhar, Celebrar e Partilhar da Joana Roque

230ml de leite
50g de manteiga
50g de açúcar
1 pitada de sal
500g de farinha T65
1 saqueta de levedura seca ou 25g de fermento de padeiro fresco (eu usei esta última)
1 gema ou leite para pincelar

Cobertura:
150g de coco ralado
2 ovos
75g de açúcar

Bimby:
Colocar os 4 primeiros ingredientes na bimby: 1,30min + 37º + vel 1. Se usar levedura seca acrescentar também.
Adicionar a farinha e desfazer o fermento de padeiro fresco na farinha com as pontas dos dedos: 10seg + vel 6 e de seguida, 2 min + vel espiga.
Deixar descansar 10 minutos dentro do copo.
Retirar e colocar a massa numa forma rectangular (tipo bolo inglês, grande) untada e enfarinhada. Deixar levedar, tapada com 1 pano durante 1 hora.

Para a cobertura:
Colocar os ingredientes no copo: 1 min + vel 3.

Tradicional:
Numa taça colocar o leite morno, a manteiga amolecida, o sal e o açúcar. Se usar levedura seca acrescentá-lo neste passo. Misture bem para dissolver. Acrescentar a farinha, mexendo bem até obter uma massa que se despegue das paredes da taça. Se usar fermento de padeiro fresco, desfazê-lo na farinha com a ponta dos dedos ao pesar a farinha.
Amassar depois sobre uma superfície enfarinhada durante 5 minutos. Deixar descansar, tapada, durante 10 minutos.
Colocar a massa numa forma rectangular (tipo bolo inglês, grande) untada e enfarinhada. Deixar levedar, tapada com 1 pano durante 1 hora.

Assim que a massa levedar, pincelar o pão com a gema desfeita ou leite, colocar a cobertura por cima do pão e levar a forno pré-aquecido a 180ºC (com a opção ventoinha) durante 30 minutos. Se começar a queimar, tapar com papel alumínio e deixar cozer até ao final do tempo.



Sabe tão bem aquele coco em cima...agora fiquei mesmo com vontade de comer uma fatia deste tipo de sol!

5.6.13

Açorda de coelho no pão

Eis um prato, que eu nunca tinha provado na minha vida, até à uns meses atrás, Açorda. Agora que penso, até é estranho que as receitas de açorda, que eu habitualmente encontrava nunca me terem suscitado qualquer interesse, uma vez que tudo o que leva pão, eu por norma adoro. 
Mas apenas quando andava a tentar arranjar algo diferente para um coelho que tinha no congelador, e vi a imagem com um pão que habitualmente compro cá para casa, é que me deu um clique. Ainda bem que veio o clique para fazer esta receita, porque depois desta açorda, eu ando com desejos de fazer outras e outras!



Açorda de Coelho no pão da avó
adaptada da revista Sabe Bem Nº 11

500g de coelho
tomilho fresco q.b.
1 cebola
5 dentes de alho
100g de tomate em rama
1 pão da avó familiar ou 4 em formatos pequenos
2 colheres de sopa de azeite
50ml de vinho tinto
150g de courgette cortada em cubos pequenos
1 colher de sopa de sal
1 malagueta vermelha 
2 folhas de louro

Cortar o coelho em peças uniformes e deixar a marinar de um dia para o outro, com sal, um pouco de folhas de tomilho, os alhos picados, o vinho tinto e a malagueta vermelha sem sementes.

Bimby:
Colocar a cebola no copo: 5 seg + vel 5. Juntar o azeite e as folhas de louro: 5 min + 100º + vel 1 inversa.
Adicionar o coelho escorrido: 8 min + 100º + vel 1 inversa.
Juntar a marinada, o tomate cortado em cubos: 35 min + varoma + colher inversa. 
A meio parar, envolver com a espátula. Se estiver a pegar no fundo, juntar um pouco de água ou vinho tinto.

Tradicional:
Picar a cebola e refogá-la no azeite, com as folhas de louro. Adicionar o coelho escorrido e deixar estufar, tapado, durante 15 minutos.
Juntar a marinada e o tomate cortado em cubos e deixar estufar, em lume baixo/médio até verificar que o coelho se solta dos ossos. 

Retirar o coelho e reservar o refogado. Depois do coelho arrefecer o suficiente, desfiá-lo.
Juntar a carne desfiada e a courgette ao refogado.
Abrir o pão ou os pães pela parte superior, cortando tipo uma tampa e retirar todo o miolo. Demolhar o miolo retirado num pouco de água, desfazendo-o bem com as mãos. 
Adicionar o miolo ao coelho, e envolver bem.  No final, misturar algumas folhas de tomilho.
Colocar o pão ou os pães num tabuleiro e levá-los a forno pré-aquecido a 160ºC, durante 5 minutos.
Retirar do forno e recheá-los com a mistura do coelho.
O coelho que usei que era grande rendeu-me recheio para 1 pão de avó familiar e 2 pequenos. Como não comemos tudo ao almoço, à hora do jantar, reaqueci o pão recheado no forno uns 5 minutos e ficou na mesma maravilhoso.







4.6.13

Risotto de tintureira e camarão e o seu dueto inesquecível

O que me chamou a atenção para este risotto foi que ao contrário do habitual, não se finaliza com manteiga e queijo como é mais comum nas receitas de risotto, o que o torna mais saudável. Eu tinha feito umas experiências com a tintureira que não foram do meu agrado, pelo que a minha desconfiança com o dito peixe tornou-me um pouco renitente em experimentar a dita receita. Mas as palavras "dueto inesquecível" com a qual descreviam a receita, espicaçou-me a curiosidade, por isso lá fui eu comprar os ditos camarões e tintureira para fazer o tal risotto inesquecível...



Risotto de tintureira e camarão
vi a receita num flyer do Pingo Doce, mas também está no site deles aqui

250g tintureira congelada
1,2 L de água
2 folhas de louro
1 colher de sobremesa de sal
100g miolo camarão congelado de Moçambique
1 cebola (100g)
3 dentes de alho
2 cenouras (250g)
3 colheres de sopa de azeite
1 courgette pequena cortada aos cubinhos
200g de arroz para risotto
1,5 dl de vinho branco
1 colher de sopa de funcho em rama
pimenta preta de moinho q.b.

Cozer a tintureira numa panela com a água e as folhas de louro. Quando levantar fervura, adicionar o sal e ferver durante 5 minutos, e em seguida introduzir o camarão e deixar ferver mais 2 a 3 minutos. Retirar o peixe e o camarão com uma escumadeira e deixar o caldo fervilhar em lume muito branco.
Limpar o peixe de espinhas e desfazê-lo em lascas grandes.

Bimby:
Descascar a cebola, os alhos e a cenoura, e colocar no copo da bimby: 5 seg+vel 5.
Juntar o azeite: 5 min + 100º + vel 1.
Adicionar as courgettes: 3 min +100 º+ colher inversa.
Juntar o arroz, o vinho e 5 dl do caldo do peixe: 16 min + 100º + colher inversa.
A meio do tempo, parar e envolver com a espátula.
Findo o programa, juntar o peixe e o camarão: 1,30 min + 100º + colher inversa.
Retirar.

Tradicional:
Picar a cebola e o alho. Cortar a cenoura em quadrados muito pequenos.
Aquecer o azeite num tacho, e adicionar a cebola e o alho e quando começarem a alourar, juntar a cenoura. Mexer e deixar cozinhar sobre lume brando durante 5 minutos.
Deitar o arroz e a courgette, mexer e deixar fritar bem o arroz, mexendo de vez em quando.
Regar com o vinho e deixar cozinhar, até o vinho evaporar e o arroz começar a secar. Vá adicionando caldo do peixe ao arroz, aos poucos e à medida que este o for absorvendo. Assim que o arroz estiver cozido, juntar o peixe e o camarão e envolver.

Polvilhar o arroz com as folhinhas do funcho e pimenta preta moída no momento, e servir sem demora.



O resultado...muito bom! Todos nós gostamos muito deste risotto, e agora já tenho uma receita com tintureira que há-de ser repetida cá em casa mais vezes. 

Como os pequenos não gostam de camarões, o meu prato é mais camarão do que peixe, mas não me estou a queixar! 


3.6.13

Ruffle Milk Pie e como sou uma pessoa muito organizada e atenta!

Quando na mesma semana, eu vi esta tarte, aqui e aqui, e tendo uma embalagem de massa filó no frigorífico, pensei..."olha cá está o que vou experimentar neste fim de semana"! Com isto em mente, sim... esqueci-me de levar a dita embalagem de massa para a casa dos meus pais para preparar a tarte nesse fim de semana, mas passada outra semana, redimi-me e dessa vez ela não ficou esquecida!
Começo a colocar os ingredientes na bancada, ok acabou-se os paus de canela, mas tudo bem...com a canela em pó por cima, também não se perde muito em sabor! Continuemos. Abro a embalagem da massa filó e separo as folhas para começar a colocar a manteiga...4 folhas?!?!?! Não pode ser, isto devia ter 8, não?! Que se registe que não era, de todo, a primeira vez que eu usava aquele tipo de embalagens, mas normalmente eu cortava as folhas ao meio, ficando com 8 metades, portanto o meu cerebrozinho estava mesmo convencido que eu tinha uma embalagem com 8 folhas e não as habituais 4!! Depois de me maldizer a mim mesma por uns 5 minutos, e responder torto a quem me perguntava o que tinha (desculpem-me família...têm que me aturar!), resolvi parar com o mau humor e seguir em frente adaptando um pouco as quantidades.


Ruffle Milk Pie
adaptada dos blogs acima indicados

4 folhas de massa filó
40g de manteiga derretida
200ml de leite
2 ovos
90g de açúcar
1/2 casca de limão
1 colher de chá de amido de milho (maizena) 
açúcar em pó e canela para polvilhar

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Untar uma forma de 16 cm e forrá-la com papel vegetal. Se a forma não tiver aro desmontável, deixar uns centímetros de papel para fora da forma para ajudar a desenformar.
Cortar as 4 folhas a meio. Pincelar com a manteiga derretida uma folha de massa filó e dobrá-la em pregas (se fizeram leques de papel em criança, é a mesma coisa, mas com mais cuidado para não rasgar que estas folhas são mais frágeis!), enrolando-a depois em caracol e colocar na forma. Depois de pincelar a seguinte, dobrar em pregas, enrolando-a em caracol à volta da folha anterior que está na forma. Proceder de igual modo com as seguintes folhas, até terminar. 
Levar ao forno cerca de 20 a 25 minutos, até estar dourada.
Entretanto, mistura-se o leite, com o açúcar e o amido. Junta-se a casca de limão e leva-se a aquecer. Mexer de vez em quando para ajudar a dissolver o açúcar e o amido. Antes de começar a ferver, retirar. Bater os ovos e juntá-los em fio ao leite, mexendo rápido até ficar tudo homogéneo. 
Retirar a forma do forno, despejar com cuidado, por toda a forma, a mistura do leite e ovos e voltar a levar ao forno por mais 30 minutos.
Desenformar, polvilhar com açúcar em pó e canela (só coloquei canela). Servir morna.




Tirando o facto de ter ficado pequenina, eu gostei muito, principalmente morna e com a massa ainda crocante. Já está nos meus planos repeti-la como deve ser, e portanto já comprei outra embalagem de massa filhó...com 8 folhas, li e reli para ter a certeza!

Se tiverem dúvidas como se dobra a massa, espreitem os blogs que eu falei para ficarem com uma ideia das várias apresentações que pode ter esta tarte. A receita original levaria 60ml de natas, mas como eu tive de diminuir as quantidades, não me apeteceu abrir uma embalagem de natas para usar uns 30ml, pelo que com tanta aldrabice, resolvi usar um pouco de amido para ter a certeza que o creme, depois de estar no forno ficasse espesso.



31.5.13

Hambúrgueres vegetarianos de grão

Eu não sou fã dos hambúrgueres típicos de carne, é daqueles pratos que só como, se não houver outra opção! A primeira vez que comi um hambúrguer vegetariano foi devido a uma dieta que fiz à mais de um ano, sendo uma das receitas indicadas no plano alimentar um hambúrguer de grão. Desde a primeira dentada que foi uma revelação, e não deixei migalha de tão delicioso o achei. Posso dizer que quer sejam de feijão, ou de favas como estes aqui, os hambúrgueres vegetarianos não me têm desiludido e portanto novas combinações irão certamente aparecer por aqui, mas agora vamos voltar ao sabor que me apaixonou da primeira vez, o grão. Das receitas já experimentadas com grão como ingrediente principal num hambúrguer, esta é a preferida pelos meninos cá de casa. Vai uma dentada?




Hambúrguer de Grão da Gasparzinha
adaptado do maravilhoso blog nosoupforyou

30g de flocos de aveia 
30g de flocos de trigo integral
400g de grão cozido e escorrido
1 cebola pequena 
2 dentes de alho
1/3 chávena de pimentos vermelhos e amarelos 
1 ovo
sal e pimenta moída na hora
1/2 colher de chá de cominhos 
1 punhado de salsa e cebolinho
azeite

Bimby:
Colocar no copo seco, os flocos e os alhos. 15seg + vel 7. Retirar e reservar.
Deitar a cebola, os pimentos e as ervas frescas: 5 seg + vel 5. Baixar os resíduos com a espátula e repetir.
Juntar o grão: 5 seg + vel 4 no modo inverso.
Adicionar os flocos reservados, o ovo e os temperos: 6 seg + vel 4 no modo inverso. 
Retirar e moldar em hambúrgueres. Se achar que a massa não ficou moldável, juntar um pouco de pão ralado. 

Tradicional:
Triturar numa picadora os flocos e os alhos. Picar a cebola, a salsa e o cebolinho, assim como os pimentos bem picadinhos. Pode usar a trituradora para fazer isso, dando impulsos até estar na consistência desejada. Juntar o grão e desfazer com um garfo, ou usando novamente a trituradora em impulsos até desfazer tudo grosseiramente. Envolva o ovo e os temperos e vá adicionando os flocos reservados até ficar uma mistura, que permita moldar os hambúrgueres.




Untar uma frigideira anti-aderente com azeite e grelhar os hambúrgueres em lume médio até ficarem tostados. 

Se apreciar aipo, legume que não é muito consensual por aqui, pode juntar 1 talo pequeno juntamente com os pimentos, que também fica muito bem.


29.5.13

Bifes recheados com Risotto de favas e ervas aromáticas

Como as favas continuam a chegar aqui em casa, eis que surge outra opção para usá-las, um risotto. Sendo o arroz o acompanhamento que todos mais apreciam, assim disfarçadas vão muito bem a acompanhar uns bifinhos recheados no forno, que assim cozinhados ficam mais saudáveis. O sol e o calor da Primavera andam desaparecidos, mas pelo menos temos os sabores da estação para colocar no prato e nos reconfortar!



Bifes de Perú recheados
4 bifes de peru finos e compridos (pode usar outro tipo de carne a gosto)
4 fatias finas de queijo magro
4 fatias finas de fiambre da perna extra finas
1 molho de espinafres
2 dentes de alho picados
sumo de laranja ou limão q.b
sal, pimenta q.b.
ervas de provence q.b.
sementes de sésamo q..
azeite para untar

Tempere com pelo menos 30 minutos de antecedência os bifes de perú com o sumo de laranja ou limão, sal, pimenta e as ervas de provence.
Pré-aquecer o forno a 190ºC e preparar um tabuleiro do forno forrando-o com uma folha de papel vegetal.
Entretanto, colocar numa frigideira anti-aderente untada com azeite os alhos picados a estalar e juntar os espinafres. Deixar cozinhar até murcharem e retirar.
Em cima de cada bife colocar uma camada de espinafres, depois uma fatia de fiambre e por cima uma fatia de queijo. Enrolar ou dobrar os bifes e prender com palitos.
Envolver cada bife enrolado por sementes de sésamo e colocar no tabuleiro preparado. Levar ao forno até os bifes ficarem dourados, cerca de 20 minutos será suficiente.

 Risotto de favas com ervas aromáticas
adaptado daqui

120g de favas descascadas (Escaldei por 1 minuto e retirei a casca)
2 colheres de azeite
4 dentes de alho
35g de folhas de espinafres
2 folhas grandes de manjericão
2 folhas de hortelã
30g de natas de aveia
1 cebola
1 alho francês
3 rodelas de chouriço vermelho
100g de vinho branco
500g de água
1 caldo de legumes caseiro (pode usar knorr natura de galinha)
180g de arroz para risotto
pimenta preta moída na hora
sal q.b.
noz-moscada moída na hora
1 colher de sopa grande de parmesão ralado

Bimby:
Colocar no copo 2 dentes de alho: 4 seg + vel 5. 
Juntar 1 colher de sopa de azeite: 1,30 min + 100º + vel 1. 
Juntar as favas e temperar com sal, pimenta e um pouco de noz-moscada: 5 min + 100º + vel 1. 
Adicionar as folhas de espinafres e as ervas aromáticas: 4 min + 100º + vel 1.
Juntar as natas e triturar: 5 seg + vel 5. Retirar e reservar.
Colocar no copo a cebola, o alho francês, os restantes dentes de alho e o chouriço: 5 seg+ vel 5. 
Juntar o restante azeite: 5 min + 100º+ vel 1.
Introduzir a borboleta e adicionar o arroz: 2 min + 100º + colher inversa.
Juntar o vinho e retirar o copinho da tampa de modo a evaporar: 2 min + varoma + colher inversa. 
Juntar a água com o caldo de legumes dissolvido: 15 min + 100º + colher inversa.
Por fim adicionar a mistura das favas: 1,30 min + 100º + colher inversa.
Retirar, envolver o queijo parmesão e servir. 

Com a pressa de comer o risotto no ponto, até me esqueci de tirar as fotos que queria aos bifes cortados ao meio, para mostrar o efeito do recheio. Numa próxima, actualizo com novas fotos!